Nunca entendi o argumento dos republicanos americanos que insistem que o aumento de impostos para ricos diminui seu apetite por novos investimentos, e portanto, leva a uma menor geração de novos negócios, aumento de desemprego, etc.
Como dizia meu professor de Finanças, isso não passa de uma falácia.
Nenhum investidor racional desiste de um negócio por conta da sua taxa marginal de imposto de renda quando for prestar contas a Receita Federal (IRS no caso americano).
O princípio é simples. Suponha que você recebe uma herança de R$ 1 milhão. Suponha ainda que existe uma alíquota especial de 90% sobre heranças recebidas. Cabe a você decidir se aceita receber o dinheiro. Ou seja sua decisão se resume a ficar com zero no bolso ou com R$ 100 mil após pagar o imposto. Ainda na dúvida? Consulte um psiquiatra pois seu problema é outro.
Nos EUA atualmente prevalesce essa discussão absolutamente patética sobre se os ricos e os ultraricos devem ter suas taxas marginais de imposto de renda aumentadas. Hoje por conta de uma série de brechas na legislação, a maioria feita durante o Governo Bush, a alíquota média para os ricos é a metade paga pelos assalariados. Uma piada e uma injustiça!
O artigo de Warren Buffet hoje publicado no New York Times analisa essa realidade com um argumento definitivo: o período de maior tributação marginal para ricos (estonteantes 70%!) coincide com o de maior crescimento sustentado do PIB americano. Ou seja, nenhum rico deixou de investir por conta de suas alíquotas de IR!
Por último gostaria de deixar claro dois princípios básicos: Primeiro, sou contra aumento de impostos em geral para sustentar governos perdulários, péssimos gestores da coisa pública, que necessitam cada vez mais de impostos para engraxar uma máquina administrativa pesada, corporativa e corrupta.
Segundo, a sanha arrecadadora do Estado associada a uma exigência leonina na prestação de informações ao Fisco para quem produz ou tenta produzir, é sim um desestímulo a novos negócios. Pagar qualquer tipo de imposto sobre faturamento é um exemplo clássico do absurdo tributário a que chegamos.
Como dizia meu professor de Finanças, isso não passa de uma falácia.
Nenhum investidor racional desiste de um negócio por conta da sua taxa marginal de imposto de renda quando for prestar contas a Receita Federal (IRS no caso americano).
O princípio é simples. Suponha que você recebe uma herança de R$ 1 milhão. Suponha ainda que existe uma alíquota especial de 90% sobre heranças recebidas. Cabe a você decidir se aceita receber o dinheiro. Ou seja sua decisão se resume a ficar com zero no bolso ou com R$ 100 mil após pagar o imposto. Ainda na dúvida? Consulte um psiquiatra pois seu problema é outro.
Nos EUA atualmente prevalesce essa discussão absolutamente patética sobre se os ricos e os ultraricos devem ter suas taxas marginais de imposto de renda aumentadas. Hoje por conta de uma série de brechas na legislação, a maioria feita durante o Governo Bush, a alíquota média para os ricos é a metade paga pelos assalariados. Uma piada e uma injustiça!
O artigo de Warren Buffet hoje publicado no New York Times analisa essa realidade com um argumento definitivo: o período de maior tributação marginal para ricos (estonteantes 70%!) coincide com o de maior crescimento sustentado do PIB americano. Ou seja, nenhum rico deixou de investir por conta de suas alíquotas de IR!
Por último gostaria de deixar claro dois princípios básicos: Primeiro, sou contra aumento de impostos em geral para sustentar governos perdulários, péssimos gestores da coisa pública, que necessitam cada vez mais de impostos para engraxar uma máquina administrativa pesada, corporativa e corrupta.
Segundo, a sanha arrecadadora do Estado associada a uma exigência leonina na prestação de informações ao Fisco para quem produz ou tenta produzir, é sim um desestímulo a novos negócios. Pagar qualquer tipo de imposto sobre faturamento é um exemplo clássico do absurdo tributário a que chegamos.
